"Vem-se notando na imprensa o hábito lamentável de designar com o título de "bispo", o pastor ou o líder de qualquer agrupamento religioso.
Reflitamos: se alguém colocar na porta de seu escritório ou de sua residência uma placa indicativa com seu nome e – sem o ser – acrescentar "médico", "advogado", "professor" ou outra profissão, pode ser processado por falsidade profissional. Igualmente com o termo "bispo". Daí a necessidade de se ter noção exata do que seja o uso correto do termo.
No início da pregação evangélica, os apóstolos de Cristo escolheram colaboradores que, após a sua morte, lhes sucedessem no governo das comunidades nascentes e na pregação da mensagem cristã.